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Descida toda a manta (por efeito da perda de densidade e da libertação do gás carbónico durante a fermentação alcoólica), começa a prensagem – a parte mais suja e braçal da produção do vinho. A prensa é electro-mecânica, o que nos livra de algum trabalho (mas ainda nos deixa muito por fazer. E fazemos. Devagar).
O vinho é prensado no andar de cima e levado, por gravidade, para a zona de armazenamento, cinco metros abaixo. Lá, esperam-no três cubas de 5.000 litros, uma de 2.500 litros, uma de 2.000 litros e duas sempre-cheias (têm esse nome porque a tampa desce à medida em que desce o conteúdo) de 1.000 litros cada. As que não são sempre-cheias têm válvulas de azoto, de maneira que, enchidas desse gás inerte, permitem que, mesmo em cubas não atestadas, o vinho não
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