A bomba de massas empurra, vagarosamente, as uvas para três cubas de fermentação (uma de 2.500 litros e duas de 5.000 litros cada), ou para os lagares, dependendo do que se queira das uvas que chegam à adega.

Nas cubas de fermentação a manta (a parte sólida do mosto, que é mantida em suspensão enquanto a densidade não cai por efeito da fermentação, que transforma o açucar em álcool) é regada pela acção das bombas de remontagem. Nos lagares, há a pisa (humana) e também a rega da manta, para que as partes sólida e líquida fiquem o mais possível em contacto, de maneira a que esta extraia daquela toda a riqueza aromática que as uvas do Douro Superior têm a oferecer.

O pesa-mosto e o termómetro estão sempre vigilantes. E o frio, produzido pela máquina de quente-e-frio, é o travão a que se recorre sempre que a fermentação ameace acelarar de mais.