Manteve-se também o desnível original entre as áreas de fermentação e de armazenamento, de maneira a recorrer o mínimo possível ao uso de bombas – na Quinta das Amendoeiras a gravidade está a favor do menor esforço: todo o processo é feito de cima para baixo, de maneira a que, além do próprio vinho, também o engaço e o bagaço contem com a ajuda da gravidade para serem descarregados.

O telhado, que estava prestes a ruir, assenta-se hoje em vigas de metal. O forro é de madeira e o espaço entre o forro e as telhas é preenchido por um poderoso isolante térmico, de maneira a garantir as menores variações possíveis de temperatura.


Tudo pelo conforto do vinho.