Produzido sob a supervisão do enólogo João Brito e Cunha com as castas tradicionais do Douro (Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca), estagiou 10 meses em barricas de carvalho francês e foi descrito pelo crítico Miguel Pereira nos seguintes termos:
Tem uma cor muito escura, compacta.
Aroma intenso, com muitas notas minerais
e de chocolate preto amargo, cacau e baunilha.
Em ambiente fumado aparecem as notas frutadas
e que nos lembram framboesas, ginjas e groselhas.
Boca encorpada e com uma bela acidez. Muito boa
conjugação de sabores, onde a fruta aparece elegante
e com a companhia de baunilha, cacau e notas minerais.
Final longo e compacto. Na minha opinião, é um vinho
claramente superior à colheita de 2005. Um passo
à frente na qualidade, pois passa de um vinho com
perfil muito regional, muito fechado e egoísta, para
um vinho que, apesar de a marca da casa estar lá
e o perfil esteja bem marcado, está mais solto, mais
complexo e agradável de provar. Um belo vinho,
ainda com vida pela frente.
Nota: 16,5.
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