Dividir as nossas uvas entre o que fica na nossa própria adega e o que é vendido para o vinho do Porto permite-nos produzir o nosso vinho na justa medida das nossas capacidades de vinificação, sem atropelos, sem pressas, com escolha e com critério.
A adega da Quinta das Amendoeiras, reconstruída a partir de uma pré-ruína, incorporou o que, desde a origem, não poderia estar melhor e somou o que a moderna tecnologia tem a oferecer. E tanto o saber antigo quanto a moderna tecnologia têm a ganhar sempre que esse encontro se faz.